mais uma #ocupaçãoartistica no #teatroESPANCA com a proposta ‘Dance Release’ de Mayí e Júlia Belo. o workshop reune os grandes nomes negros de Belo Horizonte para aulas de Jazz Dance, Dancehall, Breaking, Jazz Funk, Afrobeats e Passinho de BH a preço popular (R$10 por aula)
se liga no cronograma:
Quinta-feira – 12/05
18h: Jazz Funk com Camila Thays (@camilathaiss)
20h: Dance Hall com Marcelo Mendes (@celomendes)
Sexta-feira 13/05
18h: Danças africanas com Rian Filipe (@rianfilipe)
20h: Funk e Passinho de BH com Dudu Sorriso (@dudusorriso)
Sábado 14/05
14h Jazz Dance com Júlia Belo (@jubelom)
16h Breaking com Paulo Firmino – B.boy Paulin (@paulinhohb11)
Inscrições aqui.
Sobre os professores:
Camila Thays integra o ballet do cantor Djonga e atua no Grupo Soul Guetto. Com o Solo Flor de Laranjeiras de Ramon Reis, foi primeiro lugar no Festival Arte Minas. Seu foco está no HipHop, Jazz Funk e Vogue femme. Esteve nos palcos do LollaPalozza e Breve Festival.
Celo Mendes é dançarino, professor e coreógrafo de danças urbanas com ênfase na dança jamaicana Dancehall. Participou dos maiores festivais de danças urbanas do Brasil. A partir de 2011, intensificou nas pesquisas sobre a cultura jamaicana e se especializou em dancehall. Integra o grupo que homenageou a ativista Marielle Franco e foi campeão do desafio  internacional “WanMove”.
Rian Filipe é professor de danças africanas e danças vernaculares estadunidenses. Integra os grupos Identidade e Urbe (de danças urbanas) e a Cia Fissura (funk). Atuou como dançarino em grandes eventos de BH e conquistou o primeiro lugar com um trabalho duo no festival Circuito Mineiro de 2018. Fez parte do time de professores do Festival de Arte Negra (FAN) em 2019.
Dudu Sorriso é dançarino, coreógrafo, modelo e pesquisador do funk e das danças urbanas. É integrante do grupo Favelinha Dance e coordena a CIA Fissura e CEO da AT!VE. 8 vezes campeão da Disputa Nervosa. Ministra workshops de funk, passinho e Hip Hop Dance. Já se apresentou no Lollapalooza, Planeta Brasil, Festival Sarará e Breve Festival.  Participou de desfiles e espetáculos artísticos na Inglaterra e na França, em 2019.
Júlia Belo é bailarina, coreógrafa, professora e performer. Pesquisadora do Jazz Dance, Street Jazz, Contemporâneo e LA Styles. Bailarina dos Repertórios ”Ritos, Iungo e Cantares” do Ballet Jovem de Minas Gerais; Como bailarina esteve no “Musical Minas Tênis”, com o  Baiana System no “Festival Sarará”, no “Festival Lollapalooza” e “Breve Festival” com o rapper Djonga.
Paulin é b.boy! É bailarino, coreógrafo, professor e performer. Pesquisador de Jazz Dance, Contemporâneo, House Dance e do Breaking, modalidade em que foi premiado em 1° lugar em diversas vezes pelo Brasil. Integrou grupos como Hebreus 11, Grupo Cultura do Guetto Force e, atualmente, está na Cia Fusion de Danças Urbanas. Também atua em comerciais de TV, shows, performances, concursos, musicais, intervenções artísticas e espetáculos.Campeão da Redbull Bc One de BH no Palco Hip Hop.

voltamos com o resultado des selecionades para a 4ª oficina Corpo Oralidade:👇🏿(entraremos em contato com todes)

Polyanne Acerbi de Oliveira – @poly.acerbi
Andreza – @dendreza
Aparecida de Fátima de Carvalho
Stephanie Nazaré de Oliveira – @stepianista
Fernanda Cristina Rodrigues – @pandeiro.asaredonda
Rafaela Santos Cardoso – @rafa.santos.cardoso
Cristian Silvestre da Silva Moreira – @caboclo_da_mata_
Maluh Asheley Damásio Coelho Nascimento – @luhnaascimentto
Amanda Coelho de Arruda – @rudsarruda
Matheus Henrique Silva Dutra – @matheussmithb
Izabella Lúcia Costa Amorim – @izabella_amora
Stefanny Elias Silva – @olhardetereza
Thales Henrique Barbosa Pinto – @thalesh_barbosap
Fabio Augusto Martins – @fabio_zuluu
Shellwyn Badger – @shellbellwyn
Renata Marques – re.nata_pimenta
Karen Suzane Silva – @karen.suzane1
Fredda Amorim – @freddamorim
Nathane Bárbara Evangelista dos Santos – @soul_nathane.santtos
Maria Laura Menezes – @mariamenezes.danza
Tayana Glecia Lopes Teodoro – @tayanaglecia
Jefferson Gonçalves de Oliveira – @tiocapoeira
Aline dos Santos Magalhães – @alinedassantas
Bruna Paula Martins – @quilombotattoo
Letícia Cirino Pinheiro – @lelecirino
Chris Tigra – @ch_tigr
Felipe Batista MAldonado Moreira – @felipe_.maldonado “
Débora. Rocha – @debora_arte
Ludmilla Julia Rodrigues Ferreira – @ludmillajuliarodrigues
Isabella Lyra M Franco –@por.isa
Paloma Marques Santos – @paloma.marsantos
Marcone Loiola dos Santos – @mardemarcone

agradecemos a todes que se inscreveram! 🙌🏿

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#artenocentro5 #teatroESPANCA #zonaculturalpraçadaestação #viadutosantatereza

chegamos com a oficina de trilha sonora para o audiovisual “Rewind: Remixando estruturas historicamente colonizadas” com Podeserdesligado. se há ausência de capital para comprar equipamentos específicos para produzir música eletrônica, reconfiguramos nossa maneira tradicional de produção!

a ação é contrapartida da última edição do cinema de fachada com inscrições abertas até o dia 1º de maio. se liga para entender mais:

a oficina propõe experimentar a produção musical como caminho elementar para o escoamento dos sentimentos e sintomas causados pela colonialidade, sendo instrumento tanto de cura, quanto de denúncia e/ou revolta. a música negra é fonte inesgotável de poder, e por muita das vezes, é a razão pela qual comunidades afrodiaspóricas não se sucumbem ao terror submetido pela branquitude. o povo preto inventa novas formas de fazer/sentir música, ainda que, a partir de aparelhos quase sempre sucateados e obsoletos. o Techno, Vogue e o House, são frutos das cinesias de vida, em meio à necropolítica. da mesma forma, é preciso compreender o Funk, o Rap e o Tecnobrega não só como ritmos musicais eletrônicos, mas como movimentações sociopolíticas resilientes nos territórios classificados como periferia.

serão 20 vagas para a oficina, que acontece no dia 7 de maio, de 16h às 18h, de forma gratuita e presencial. o resultado será divulgado no dia 5 de maio.
inscreva-se aqui.

sobre a facilitadora: Pode se formou na Escola de Belas Artes da UFRJ onde começa a investigar sonoridades no campo majoritariamente visual da performance. Seu trabalho se desdobra em vários formatos: produção de beats, música eletrônica experimental, trilha sonora para filmes e oficinas. Recentemente lançou o disco “Também se Chora no Verão” e assinou a produção musical do disco “Traquejos Pentecostais para Matar o Senhor” em parceria com Ventura Profana lançado em Julho de 2020.

Este projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte/ Edital Zona Cultural Praça da Estação.

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