selecionades oficina corpo oralidade – 4° módulo
voltamos com o resultado des selecionades para a 4ª oficina Corpo Oralidade:👇🏿(entraremos em contato com todes)
Polyanne Acerbi de Oliveira – @poly.acerbi
Andreza – @dendreza
Aparecida de Fátima de Carvalho
Stephanie Nazaré de Oliveira – @stepianista
Fernanda Cristina Rodrigues – @pandeiro.asaredonda
Rafaela Santos Cardoso – @rafa.santos.cardoso
Cristian Silvestre da Silva Moreira – @caboclo_da_mata_
Maluh Asheley Damásio Coelho Nascimento – @luhnaascimentto
Amanda Coelho de Arruda – @rudsarruda
Matheus Henrique Silva Dutra – @matheussmithb
Izabella Lúcia Costa Amorim – @izabella_amora
Stefanny Elias Silva – @olhardetereza
Thales Henrique Barbosa Pinto – @thalesh_barbosap
Fabio Augusto Martins – @fabio_zuluu
Shellwyn Badger – @shellbellwyn
Renata Marques – re.nata_pimenta
Karen Suzane Silva – @karen.suzane1
Fredda Amorim – @freddamorim
Nathane Bárbara Evangelista dos Santos – @soul_nathane.santtos
Maria Laura Menezes – @mariamenezes.danza
Tayana Glecia Lopes Teodoro – @tayanaglecia
Jefferson Gonçalves de Oliveira – @tiocapoeira
Aline dos Santos Magalhães – @alinedassantas
Bruna Paula Martins – @quilombotattoo
Letícia Cirino Pinheiro – @lelecirino
Chris Tigra – @ch_tigr
Felipe Batista MAldonado Moreira – @felipe_.maldonado “
Débora. Rocha – @debora_arte
Ludmilla Julia Rodrigues Ferreira – @ludmillajuliarodrigues
Isabella Lyra M Franco –@por.isa
Paloma Marques Santos – @paloma.marsantos
Marcone Loiola dos Santos – @mardemarcone
agradecemos a todes que se inscreveram! 🙌🏿
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#artenocentro5 #teatroESPANCA #zonaculturalpraçadaestação #viadutosantatereza
chegamos com a oficina de trilha sonora para o audiovisual “Rewind: Remixando estruturas historicamente colonizadas” com Podeserdesligado. se há ausência de capital para comprar equipamentos específicos para produzir música eletrônica, reconfiguramos nossa maneira tradicional de produção!
a ação é contrapartida da última edição do cinema de fachada com inscrições abertas até o dia 1º de maio. se liga para entender mais:
a oficina propõe experimentar a produção musical como caminho elementar para o escoamento dos sentimentos e sintomas causados pela colonialidade, sendo instrumento tanto de cura, quanto de denúncia e/ou revolta. a música negra é fonte inesgotável de poder, e por muita das vezes, é a razão pela qual comunidades afrodiaspóricas não se sucumbem ao terror submetido pela branquitude. o povo preto inventa novas formas de fazer/sentir música, ainda que, a partir de aparelhos quase sempre sucateados e obsoletos. o Techno, Vogue e o House, são frutos das cinesias de vida, em meio à necropolítica. da mesma forma, é preciso compreender o Funk, o Rap e o Tecnobrega não só como ritmos musicais eletrônicos, mas como movimentações sociopolíticas resilientes nos territórios classificados como periferia.
serão 20 vagas para a oficina, que acontece no dia 7 de maio, de 16h às 18h, de forma gratuita e presencial. o resultado será divulgado no dia 5 de maio.
inscreva-se aqui.
sobre a facilitadora: Pode se formou na Escola de Belas Artes da UFRJ onde começa a investigar sonoridades no campo majoritariamente visual da performance. Seu trabalho se desdobra em vários formatos: produção de beats, música eletrônica experimental, trilha sonora para filmes e oficinas. Recentemente lançou o disco “Também se Chora no Verão” e assinou a produção musical do disco “Traquejos Pentecostais para Matar o Senhor” em parceria com Ventura Profana lançado em Julho de 2020.
Este projeto é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte/ Edital Zona Cultural Praça da Estação.


