espanca!
25-03 Encontro Aberto-2

(Os atores estão nus, como no espetáculo Isso Te Interessa)

Fomos chamados a criticar. E bem, cá estamos. Para nós, atores críticos e mineiros é mesmo desconcertante o exercício de analisar em público. Normalmente, mineiros analisam em casa, para os íntimos, entre 4 paredes. Para nós, a Companhia Brasileira de Teatro é como um parente: a conhecemos profundamente, suspeitamos de alguns segredos e sim, a criticamos duramente na nossa intimidade. O grupo Espanca, aqui representado por nós 2, possui estreita relação com a Brasileira de Teatro, tendo acompanhado com profícuo interesse sua trajetória nos últimos 10 anos. Além dos espetáculos “Suíte 1”, “Apenas o Fim do Mundo”, “O que eu Gostaria de Dizer”, “Descartes com Lentes”, “Vida”, “Oxigênio”, “Isso te Interessa?” e “Esta Criança” nós 2 também assistimos a cena “Taubira” e o exercício “No Brasil, todo mundo é índio, exceto quem não é”. Ressalta-se ainda a realização do projeto “Troca de Pacotes”, apresentado há anos atrás, neste mesmo Itaú e na presença de muitos de vocês. No entanto, estas palavras não são um estudo sobre a Companhia Brasileira de Teatro, que exigiria uma análise rigorosa de toda sua obra em repertório e pregressa à luz dos mais fecundos avanços no campo artístico, mas sim a aproximação por via simpática que todo cronópio escolhe para estabelecer contato com outro. Já que esse é um encontro que pressupõe uma troca crítica, por favor, me permitam falar um pouco de crítica teatral.

 

DIREÇÃO AUSTERA

‘Esta criança”, de Joël Pommerat, que está em cartaz no Teatro I do Centro Cultural Banco do Brasil, reúne dez cenas em torno do relacionamento entre pais e filhos, começando com uma futura mãe planejando um comportamento diverso do que teve com ela a sua mãe, e terminando com a dor de um filho morto. As cenas buscam deixar exposta a realidade, tanto emocional quanto cultural, que determina os comportamentos de pais em diferentes momentos do desenvolvimento dos filhos, com considerável acuidade em alguns casos, e observação mais rotineira em outros. No conjunto, a soma é positiva, e o resultado é um texto interessante, embora não apaixonante. A tradução de Giovana Soar é fluente, com o senão de traduzir o tratamento de vous por o senhor e a senhora, mesmo entre marido e mulher, que soa estranho.

A produção, servindo nisso a intenção do autor, tem sua maior ênfase no trabalho dos atores com o texto, mas o lindo cenário de Fernando Marés, uma simples e austera caixa enviezada, toda ela de um verde profundo, invasiva em relação à plateia, é um dos pontos altos do espetáculo, o implacável ambiente onde os conflitos são vistos sem perdão. Os figurinos, de Valéria Stefani, ao que parece procurando evocar o clima de verdade implacável do texto, resultam pouco satisfatórios, deixando a impressão de arranjados com peças aproveitadas dos atores ou de acervo. A iluminação, que não tem atribuição no programa, infelizmente não está à altura das possibilidades do cenário, muitas vezes indefinida, sem precisão. A trilha e os efeitos sonoros são de Felipe Sorino, precisa de mais cuidado na execução, pois no episódio acompanhado por violoncelos a música cobre completamente as falas dos atores, que ficam incompreensíveis.

A direção de movimento de Marcia Rubin é boa em si, embora obedeça uma direção que confunde distâncias com posições em conflito, enquanto o rendimento vocal do elenco tem altos e baixos, apesar da orientação de Babaya.

A direção de Marcio Abreu, ao que parece por buscar um caminho de excepcional obediência ao que seria a intenção do autor, resulta por vezes rígida, relutante em permitir que qualquer riqueza cênica possa desviar da riqueza de detalhe que ele encontra no texto de Pommerat, que “sugere recortes secos e condensados de situações extremamente íntimas, quase imperceptíveis a olho nu”. É uma direção que entrega ao ator a tarefa de, quase sempre muito contido, tocar o íntimo do público.

O elenco é formado por Renata Sorrah, Giovana Soar, Ranieri Gonzalez e Edson Rocha. Renata Sorrah se destaca, com um trabalho de categoria na composição de suas várias personagens, só menos satisfatória nos dois últimos episódios, quando texto e direção são mais fracos. Todos tendo de encarar papéis variados nas pequenas cenas que compõem o espetáculo, Edson Rocha rende um tanto melhor do que Giovana Soar e Ranieri Gonzalez, que são satisfatórios em nível mais modesto. Mas o conjunto tem força, e o espetáculo é interessante e desafiador, investigando com sentido mais profundo situações do cotidiano humano.

BARBARA HELIODORA

 

Como eu dizia, para que de fato façamos uma “troca crítica”, precisamos inevitavelmente falar da crítica teatral. Baudelaire escreveu que o crítico de arte vale mais por sua subjetividade do que por sua objetividade. Abre aspas:


“Creio sinceramente que a melhor crítica é a divertida e poética; não essa outra, fria e algébrica que, sob o pretexto de explicar tudo, carece de ódio e de amor, despoja-se voluntariamente de todo temperamento. Se uma charmosa imagem da natureza foi re-criada por um artista, essa imagem deve ser refletida por um espírito inteligente e sensível. Assim, o melhor modo de dar conta de um quadro poderia ser um soneto ou uma elegia.”

 

O argentino Jorge Dubatti disse que “O crítico pode aprofundar-se em sua subjetividade, e que esta, talvez, seja um de seus instrumentos mais preciosos. Buscar uma crítica com fundamentos, uma crítica argumentativa e, especialmente, uma crítica com autocrítica. Uma crítica com capacidade de SERENDIPIDADE, de encontrar valores onde ninguém os vê”.

 

alguém escapou? todo mundo aqui sabe o que é serendipidade?

 

O caso mais famoso de serendipismo é do  Arquimedes, todos conhecem o Arquimedes?  Ele  nasceu 287 anos antes de Cristo.

Bom, o caso é o seguinte:

Hierão, assim que se tornou rei de Siracura, mandou fazer uma coroa de ouro, para ofertar aos deuses imortais. Para isso, contratou um homem e lhe ofereceu  uma grande quantidade de ouro. Na data prevista, o homem lhe trouxe a coroa executada à perfeição que tinha o mesmo peso do ouro fornecido.

Porém, correram rumores de que parte do ouro havia sido subtraído, e trocado por prata. Hierão ficou indignado com a fraude, e sem saber como o roubo poderia ser descoberto, passou o problema para Arquimedes.

Um dia, enquanto tomava banho na banheira, Arquimedes observou que, à medida que seu corpo mergulhava na banheira, a água transbordava, descobrindo o método para a solução do problema. De tão contente que estava saiu da banheira e foi pra rua PELADO gritando: EUREKA! EUREKA !

enfim,

nu,

como vim

Paulo Leminski em Distraídos Venceremos

 

Do que eu falava mesmo? Ah.., de fazer uma crítica com capacidade de SERENDIPIDADE, dos valores… de encontrar, distraidamente, valores no trabalho desta companhia. Bom o valor crítico que mais  nos interessa ao analisar o trabalho da Brasileira  é o que o Dubatti chama de:  teatralidade singular do teatro. abre aspas:

“Chamamos assim à excepcionalidade do acontecimento teatral. Esse saber único e específico do teatro, comparável com a capacidade de pesar do suflê. [pra quem não sabe, às vezes o suflê “pesa” e ganha massa]. O teatro “pesa” na teatralidade ou “não pesa”, isto é, para além de seus componentes ou ingredientes, de seus temas, técnicas e artifícios, oferece um acontecimento inédito em si mesmo.Vamos ao teatro, enfim, por esse acontecimento que só o teatro pode oferecer, enquanto teatro, na experiência do convívio.”

 

-Pode ser que as palavras que eu falo não tenham a menor importância pra ninguém, eu falo AQUI, PRA VOCÊS e pode ser que as minhas palavras não tenham a menor importância. Pra mim elas tem. Eu pergunto e você me diz, alguém me diz: sim, eu me importo com suas palavras, eu escuto, eu estou com você agora. Você está aqui. Nós estamos aqui.  Alguém escapou?

Escuro! (apaga-se a luz.)

 

(som do discurso em off)

“Ao apresentar hoje este projeto de lei que contém dispositivos abrindo o casamento com direitos iguais e a adoção com direitos iguais aos casais homossexuais, o governo escolhe permitir aos casais de mesmo sexo entrar nesta instituição e poder constituir uma família, como os casais heterossexuais. Quer dizer, poder fazê-lo ou por uma / Quer dizer, poder fazê-lo ou por uma união de fato, que chamamos de concubinato, ou por um contrato, que chamamos de união estável, ou pelo casamento. E é exatamente esta instituição que o governo decidiu abrir aos casais de mesmo sexo. É um ato de igualdade. Trata-se do casamento tal como ele é atualmente no nosso Código Civil. O casamento tal como ele é instituído atualmente no nosso Código Civil. Não se trata de um casamento de segunda categoria. Não se trata de uma união civil, por assim dizer, arranjada. Não se trata de uma brecha. Não se trata de uma enganação. Trata-se do casamento enquanto contrato entre duas pessoas, enquanto instituição produzindo regras de ordem pública. Sim, é exatamente o casamento com toda a sua carga simbólica e nas mesmas condições e com todas as suas regras de ordem pública que o governo abre para os casais de mesmo sexo”.

 

Pois eu gostaria de falar pra vocês sobre uma performance da companhia Brasileira intitulada TAUBIRA, que poucos aqui tiveram a oportunidade de ver. Por isso, optamos por reproduzi-la aqui, hoje, a título de exemplificação do trabalho crítico que pretendemos apresentar. Como eu disse antes, esta performance chamou-se TAUBIRA e deu corpo a um belo discurso da ministra francesa Christiane Taubira, Taubirá, não sei como se pronuncia. Dois atores, ou melhor, uma atriz e um ator, distantes um do outro. Ouve-se um discurso em off, lido ora por ele e ora por ela. É um discurso longo, é um discurso político, longo e político. Os 2 simplesmente escutam o discurso e observam os espectadores. A medida que as palavras avançam, o ator e a atriz se aproximam um da outra com certa dificuldade. Eu gostava da cena porque havia uma tensão erótica. E era muito legal isso de ouvir um discurso inteiro, enquanto pouca coisa acontece. Apenas uma aproximação física, o início da intimidade, ou ainda simplesmente o começo de um casal qualquer. E então, ao som da Ministra, eles começam a se beijar. É um beijo longo. É um beijo de língua. Longo e político beijo de língua. A partir daí, não sei explicar muito bem como, o beijo contamina o público. Eles beijam quem se deixa beijar, ficam sem ar, beijar cansa! A plateia fica excitada – ele e ela são muito fetiches! – e seus beijos são contagiantes. Há uma excitação coletiva no ar, todo mundo ri, são 300 pessoas com desejo – e um certo medo – de beijar o desconhecido. O povo fica de pé – não quer perder os detalhes das línguas. Beija, beija, tá calor, tá calor! E a Taubira falando… Ofegantes, o ator e a atriz passam a falar o discurso com suas próprias vozes. O público estava louco de tesão, de excitação, de gargalhadas, de liberdades. Foi uma festa. Não, não, foi uma suruba teatral. E ao final, não havia quem se opunha à ideia defendida pela Ministra da Justiça da França.

 

“Então, sejamos claros. O que é que o casamento homossexual vai retirar dos casais heterossexuais? Então, então, se ele não retira nada.

Então, se ele não retira nada, nós vamos ousar. Nós vamos ousar dar nome. Nós vamos ousar dar nome aos sentimentos e aos comportamentos.

Nós dizemos que sim, que o casamento aberto aos casais de mesmo sexo, o casamento aberto aos casais de mesmo sexo, ilustra bem a divisa da República, a liberdade de se escolher, a liberdade de decidir viver junto, proclamamos com este texto a igualdade, a igualdade de todos os casais, a igualdade de todas as famílias”.

 

A conclusão deste ensaio (ou desta TROCA CRÍTICA) não é nenhuma novidade, pelo contrário. Nos interessa o espaço do teatro tornado assembleia. Convidar o espectador a estar presente no acontecimento teatral e no momento atual em que vivemos AO MESMO TEMPO: Isso nos interessa! Pra nós, o importante é presenciar o teatro sendo vivido como lugar de debates, mas principalmente como lugar de convívio e de experiência compartilhada. Compartilhar a experiência da escuta da voz, do corpo e das idéias. Projetar o REAL sobre a ficção, criando uma camada subjetiva de conexão que coloque todos nós  no momento presente; não é tarefa fácil! A Companhia Brasileira de Teatro consegue criar tribos instantaneamente. Você está na plateia, pacato cidadão sentado em sua cadeira e de repente todo mundo é índio, exceto quem não é.

grupo Espanca!, novembro de 2014

 

*referência bibliográfica: A poética teatral em marcos axiológicos: critérios de valoração (de Jorge Dubatti, tradução de Luciana Romagnolli)

Dente de LeÃo
PUBLICADO EM 31/08/14 – 03h00
LUCIANA ROMAGNOLLI
ESPECIAL PARA O TEMPO
Num fim de tarde deste mês de agosto, enquanto o Espanca! ensaiava no palco do Teatro Alterosa o novo espetáculo, “Dente de Leão”, que estreará no dia 10 de setembro no Centro Cultural Banco do Brasil, os rostos e corpos que se viam em cena já não eram os mesmos que se costumou associar à imagem do grupo mineiro. Apenas Gustavo Bones permanece. Marcelo Castro migrou para a plateia, de onde dirige a montagem. Alexandre de Sena e Glaucia Vandeveld retomam a parceria travada em “Congresso Internacional do Medo” e há três novos colaboradores: Lira Ribas, Raysner de Paula e Gabriela Luiza.
Que Espanca! é esse? Um grupo mutante, transformado ao longo do tempo pelas saídas de Samira Ávila, Paulo Azevedo e, mais recentemente, de Grace Passô, mas que sempre buscou novos parceiros e ideias, e se reinventa agora, ao celebrar dez anos, cada vez mais político e conectado à realidade urbana de Belo Horizonte.
“Dente de Leão” carrega no título uma possível metáfora, elemento fundamental na dramaturgia do grupo. Desta vez, porém, quem a assina é Assis Benevenuto (integrante do Quatroloscinco e ator da nova formação de “Amores Surdos”). A peça coloca em cena três adolescentes, seus pais e professores, às vésperas da feira de ciências da escola. Os traços surreais presentes nos trabalhos anteriores dão lugar a um subtexto mais claramente politizado, enquanto a problematização da própria situação teatral, também sempre presente, reflete os modos como os papéis sociais se distribuem na vida.
“A peça é a extensão no tempo de como a gente vai aprendendo a interpretar e como a gente se constitui representando papéis”, comenta o ator Gustavo Bones. Hoje, o núcleo de criação do grupo é formado por ele, Marcelo Castro e a produtora Aline Vila Real, cercados por uma rede ampla de colaboradores.
“A primeira coisa que marca o Espanca! é um olhar poético perante a realidade”, constata Luiz Fernando Marques, diretor do Grupo XIX. “O Espanca! sempre teve uma dosagem muito interessante entre o lírico e o real. E existe uma pertinência na forma como eles pensam teatro além das obras, com um pensamento amplo de arte”, comenta o paulista.
Urbano.
No início de sua trajetória, o grupo mineiro passou menos tempo em Belo Horizonte do que em viagens, impulsionado pela fama dos dois primeiros espetáculos – “‘Por Elise’ foi aquele fogo de artifício enorme”, metaforiza a ex-integrante Grace Passô. “A relação era sempre de dívida com a cidade”, segundo Marcelo Castro. Isso se transformou vertiginosamente com a abertura da sede na rua Aarão Reis, em 2010. “Decidimos ir para o centro para que a cidade interferisse na gente. E foi o que aconteceu. Alterou nosso modo de pensar e a estética do grupo”, constata o ator.
“Seja com os integrantes do Duelo de MCs, seja com outros artistas e eventos de BH, seja ao trazer espetáculos de outras cidades e criar novas trocas, o Espanca! também se torna, a partir da sede nova, um mediador cultural”, identifica a crítica de teatro Julia Guimarães, “no rastro, quem sabe, do que fez o Galpão através do Cine Horto”. Ela cita a idealização de eventos e a cessão do espaço para a Janela de Dramaturgia e a Mostra.Lab como exemplos de ações, e ressalta, a partir disso, o contato do grupo com a cultura urbana e com movimentos de valorização do espaço público partilhado socialmente.
Essa mudança de cenário coincidiu justamente com uma guinada mais política, que desembocou na criação da cena curta “Onde Está o Amarildo?”, em 2013, e agora em “Dente de Leão”. Não bastasse, o Espanca! já aprovou no edital do Rumos Cultural a montagem para 2015 de “Real: Uma Revista Política”. “Acho que a cidade está mais política e nós somos reflexos disso. Fomos nos transformando em agentes políticos”, diz Bones. “Começou a ser difícil ignorar tudo à nossa volta”, comenta Castro.
“A poesia e a linguagem se contaminam pela cidade”, concorda Luiz Fernando Marques, rememorando a última experiência que teve na sede do Espanca!, durante o Acto 3. “Foi incrível, ficamos apenas observando pela porta, como se fosse uma grande tela, a cidade acontecendo”, diz.
Mudanças. A abertura para novos parceiros, como Marques, foi paulatina. “Amores Surdos” teve direção de Rita Clemente. “Congresso Internacional do Medo”, a participação de atores e bailarinos convidados. “Marcha para Zenturo” foi criada em parceria com o Grupo XIX. E “Líquido Tátil” teve texto e direção do argentino Daniel Veronese. “Todos os trabalhos da companhia de alguma forma foram saltos. Sempre fomos um grupo em formação, essa é uma maneira de conseguir amadurecer mesmo tendo iniciado com uma peça de sucesso. É preciso trabalhar muito para isso não boicotar o amadurecimento artístico”, diz Grace.
A saída da dramaturga, atriz e diretora, no ano passado, ainda gera expectativas sobre o caminho que os mineiros trilharão. “É evidente a ancoragem de Grace no grupo por transitar singularmente pelas funções. Vendo-a em cena é como se constituísse ela mesma a melhor tradução do que sua escrita imagina. Por outro lado, sempre restou clara a contribuição decisiva dos integrantes para semear ideias e forjar o pensamento artístico”, observa o crítico paulista Valmir Santos.
Para ele, a capacidade de lidar com substituições e novas adesões configura uma visão “menos romântica do teatro de grupo”. “Desligamentos temporários, migrações ou fusões são dinâmicas cada vez mais comuns entre os coletivos. Às vezes isso deságua em processos de liquefação ou muita solidez”, observa.
Diante da primeira experiência sem Grace, o crítico vê boas possibilidades. “No caso da cena curta ‘Onde Está o Amarildo?’, as perspectivas de que o sopro inventivo não diminuiu são alvissareiras. Tomara que a nova montagem também assim se confirme”, espera.
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