Inquérito – o primeiro monstro

a visita de um dos dramaturgos

Inquérito – o primeiro monstro

dia de visita: Diogo Liberano chegou de surpresa e fez uma bela colaboração hoje. colocamos o “monstro” do Inquérito de pé e então experimentamos algumas partes do texto no espaço pela primeira vez. muitas descobertas por parte dos atores. muitas dificuldades. o texto é mesmo lindo e terrível.

‘Quem lincha sabe que tem respaldo social no Brasil’

"Quem lincha sabe que tem respaldo social para isso no Brasil. Quem está ali linchando sabe que não haverá depoimentos de testemunhas nem maiores investigações ou punições", afirma Natal, que analisou 589 casos de linchamento na região metropolitana de São Paulo entre 1980 e 2009.

‘Quem lincha sabe que tem respaldo social no Brasil’

O caso de Cleidenilson Pereira da Silva, de 29 anos, espancado e esfaqueado até a morte no início de julho após ser amarrado a um poste em São Luís, no Maranhão, chocou o país. Cercado e atacado por um grupo após uma acusação de roubo, ele foi linchado em plena luz do dia. No Rio […]

A epidemia de linchamentos tem explicação?

A prática de assassinatos por multidões era comum na antiguidade, com inúmeros relatos de apedrejamento de pecadores, queima de bruxas, entre outros. A origem da palavra linchamento é atribuída a Charles Lynch, fazendeiro da Virgínia, nos Estados Unidos, que punia criminosos durante a Guerra da Independência em 1782; e ao capitão William Lynch, que teria mantido um comitê para manutenção da ordem no mesmo período. Em 1837, surge a Lei de Lynch (bater com pau), baseada nos atos do fazendeiro, usada para pregar o ódio racial contra negros e índios.

A epidemia de linchamentos tem explicação?

LEIA MAIS AQUI: reportagem especial do G1 sobre Linchamentos no Brasil

maré_homem

a maré ta subindo conversa fiada as pessoas na rua cheia de gente o barulho final do dia as pessoas voltando pra casa a casa a família comida no fogo cerveja gelada a mulher não chegou ela ta atrasada o engarrafamento la fora conversa fiada as crianças ih como cresce desce daí menino vem pra dentro o conforto aqui é a gente cerveja gelada o final do dia me jogo no sofá as crianças pulam em cima ta pronto a televisão ligada a bagunça uma festa pulam em cima de mim sai daí menino cheiro bom uma fome danada

a maré ta subindo conversa fiada as pessoas na rua cheia de gente o barulho final do dia as pessoas voltando pra casa a casa a família comida no fogo cerveja gelada a mulher não chegou ela ta atrasada o engarrafamento la fora conversa fiada as crianças ih como cresce desce daí menino vem pra […]

maré_espaço reduzido e ações simultâneas

primeiro dia de práticas no espaço reduzido. Gu agora faz uma das crianças junto com Alysson e Leandro ou integra o “coro” como ele insiste em dizer. Alexandre será o HOMEM, Glau faz a Vó e Karina deve interpretar a MULHER. os atores criaram uma sequência individual de movimentos e depois juntamos todas as sequências em […]

treino corpo lixo

treinamento de movimento para obra dançada inpirada na greve dos garis

Roteiro do Garis Bloco 1 Xande no microfone – discursando (improvisando)  marchinhas de protesto, palavras de ordem e de cartazes da greve dos garis; -Corpo que transitam -Corpo lixo (abandonados) – corpos em queda livre (corpo madeira) no espaço. -Corpo que se joga – desconstrução e construção do corpo/ de que forma você se levanta,de que forma […]

A imagem intolerável (Jacques Rancière)

[O] problema não é o de saber se se deve ou não fazer e olhar tais imagens, mas antes no seio de que dispositivo sensível o fazemos. [...]

A imagem intolerável (Jacques Rancière)

A questão do intolerável deve então ser deslocada. O problema não é o de saber se se deve ou não mostrar os horrores sofridos pelas vítimas desta ou daquela violência. Ele concerne a construção da vítima como elemento de uma certa distribuição do visível. Uma imagem nunca aparece sozinha. Pertence a um dispositivo de visibilidade […]

Estética das favelas _ por Paola Berenstein Jacques

A questão que se discute já não é mais, felizmente, relativa à remoção e relocação dos habitantes das favelas para áreas longínquas da cidade. Hoje, o direito à urbanização é um dado adquirido e incontestável, ou seja, a questão já não é mais simplesmente social e política mas deve passar obrigatoriamente por uma dimensão cultural e estética.

Estética das favelas _ por Paola Berenstein Jacques

Estética das favelas. A questão que se discute já não é mais, felizmente, relativa à remoção e relocação dos habitantes das favelas para áreas longínquas da cidade. Hoje, o direito à urbanização é um dado adquirido e incontestável, ou seja, a questão já não é mais simplesmente social e política mas deve passar obrigatoriamente por […]